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199 publications found

Journal article
RESILIÊNCIA NA AMAZÔNIA BRASILEIRA: POR UMA POLÍTICA E SISTEMA DE EDUCAÇÃO PARA POPULAÇÕES TRADICIONAIS EXTRATIVISTAS

Silva, Anselmo Gonçalves da, Silva, Fátima Cristina da

January 5, 2023

A Amazônia brasileira é caracterizada por sua riqueza biológica, sociocultural e pelos serviços ecossistêmicos às populações vivas do planeta. No contemporâneo, crescem pressões e ameaças aos seus sistemas ecológicos, especialmente com o avanço da pecuária e da agricultura intensiva na região — o que modela um cenário futuro de incertezas, com potenciais impactos globais. Se as tendências se mantiverem, a transformação da Amazônia numa savana é uma possibilidade real. Diante dessas crescentes pressões contemporâneas — econômica, cultural e política —, a manutenção da resiliência das populações tradicionais locais é um grande desafio. Essa é uma chave estratégica nesse cenário arriscado. Importa que o governo federal do Brasil, governos estaduais, organizações da sociedade civil, governos estrangeiros e demais interessados unam-se num esforço conjunto de médio prazo, escutando as vozes que emergem dessas populações e constituindo com elas um processo de reciprocidade com fins de ampliar as suas capacidades de resiliência. Nesse sentido, a escola e os sistemas educativos são um importante instrumento para intervenções que desejem efeitos duradouros e efetivos. Aqui, recomenda-se a concepção, a modelagem e a implantação de um sistema de educação diferenciado para populações tradicionais extrativistas que vivem em Unidades de Conservação da Natureza no Brasil (com foco na Amazônia brasileira), com vistas a alavancar o desenvolvimento local com resiliência — a partir das ontologias, epistemologias e demais elementos constituintes dessas territorialidades tradicionais.

Download PDF →DOI: 10.5281/zenodo.7505496
Journal article
RESILIENCIA EN LA AMAZONIA BRASILEÑA: POR UNA POLÍTICA Y SISTEMA EDUCATIVO PARA POBLACIONES QUE VIVEN EN ÁREAS PROTEGIDAS DE USO SOSTENIBLE

Silva, Anselmo Gonçalves da, Silva, Fátima Cristina da

January 5, 2023

La Amazonía brasileña se caracteriza por su riqueza biológica, sociocultural y servicios ecosistémicos a las poblaciones vivas del planeta. En la actualidad, las presiones y amenazas a sus sistemas ecológicos son crecientes, especialmente con el avance de la ganadería y la agricultura intensiva en la región, lo que modela un escenario futuro de incertidumbres, con potenciales impactos globales. Si las tendencias continúan, la transformación de la Amazonía en una sabana es una posibilidad real. Frente a estas crecientes presiones contemporáneas (económicas, culturales y políticas), mantener la resiliencia de las poblaciones tradicionales es un gran desafío. Esta es una clave estratégica en este escenario de riesgo. Es importante que el gobierno federal de Brasil, los gobiernos departamentales, las organizaciones de la sociedad civil, los gobiernos extranjeros y otras partes interesadas se unan en un esfuerzo conjunto de mediano plazo, escuchando las voces que emergen de estas poblaciones y constituyendo un proceso de reciprocidad con ellas. En este sentido, la escuela y los sistemas educativos son un instrumento importante para las intervenciones que buscan efectos duraderos y efectivos. Aquí, recomendamos el diseño e implementación de un sistema de educación diferenciado para poblaciones tradicionales que viven en áreas protegidas (con foco en la Amazonía brasileña), con miras a potenciar el desarrollo local con resiliencia, basado en ontologías, epistemologías y otros elementos constitutivos de estas territorialidades tradicionales.

Download PDF →DOI: 10.5281/zenodo.7505488
Journal article
RESILIENCE IN THE BRAZILIAN AMAZON: FOR A POLICY AND EDUCATION SYSTEM FOR TRADITIONAL GATHERER POPULATIONS

Silva, Anselmo Gonçalves da, Silva, Fátima Cristina da

January 5, 2023

The Brazilian Amazon is characterized by its biological, sociocultural richness and ecosystem services to the living populations of the planet. Nowadays, pressures and threats to its ecological systems are growing, especially with the advance of livestock (cattle) and intensive agriculture in the region — which models a future scenario of uncertainties with potential global impacts. If current trends continue, the transformation of the Amazon into a savannah is a real possibility. Faced with these increasing contemporary pressures — economic, cultural, and political — maintaining the resilience of local traditional populations is a major challenge. This is a strategic key to solutions in this risk scenario. It is important that the federal government of Brazil, state governments, civil society organizations, foreign governments, and other interested parties unite in a joint medium-term effort, listening to the voices that emerge from these populations and constituting a process of reciprocity with them to increase resilience. In this sense, the school and educational systems are important instruments for interventions that seek lasting and effective change for sustainability. Here, we recommend the design, modeling, and implementation of a differentiated education system for traditional gatherer populations living in Nature Conservation Units in Brazil (with a focus on the Brazilian Amazon), with a view to leveraging local development with resilience — based on ontologies, epistemologies, and other constituent elements of these traditional territorialities.

Download PDF →DOI: 10.5281/zenodo.7505456
Journal article
O ACORDO DE FRONTEIRAS MARÍTIMAS ENTRE LÍBANO E ISRAEL E A DINÂMICA ENERGÉTICA NO MEDITERRÂNEO ORIENTAL

Antunes, Allan

December 20, 2022

No dia 27 de outubro de 2022, Líbano e Israel chegaram a um entendimento quanto a suas fronteiras marítimas em disputa. O acordo, mediado pelos Estados Unidos da América, vem sendo tratado como “histórico” por grande parte dos veículos de mídia por representar uma iniciativa de diálogo econômico entre dois países beligerantes sem a prévia necessidade de um acordo de paz. Com a nova divisão da área marítima em duas Zonas Econômicas Exclusivas de comum acordo, foram abertas novas oportunidades para a exploração de petróleo e gás natural na região do Mediterrâneo Oriental. Com isso, a Bacia Levantina ganhou notoriedade não somente pelo potencial de suas reservas, mas pelo momento geopolítico de escassez energética pelo qual perpassam a maior parte dos Estados adjacentes. Com a acentuada inflação da economia libanesa desde 2015, o conflito russo-ucraniano desde o início de 2022, a instabilidade política israelense desde 2017 e o reposicionamento estratégico dos Estados Unidos após o ressurgimento do Talibã em 2021, a questão energética tornou-se prioritária para estes países que buscam sobreviver a uma conjuntura mundial política e economicamente conturbada.   A despeito do otimismo dos Estados e das empresas petrolíferas, o atual contexto internacional aparentava não favorecer um entendimento nos moldes do que foi o líbano-israelense. Nesse sentido, o acordo ainda possui uma série de pontos de fraqueza e brechas institucionais que podem abreviar rapidamente sua vigência. Ao mesmo tempo, apesar das análises reducionistas que condenam a região a ser um incessante estopim para conflitos, o acordo possibilitou certo grau inesperado de satisfação e de concordância entre autoridades israelenses e libanesas quanto a assuntos econômicos de comum interesse. Assim sendo, sua natureza e sua perspectiva futura ainda são incertos e dependentes de uma miríade de variáveis de comportamento ainda desconhecidos. Todavia, há uma conjuntura que explica o porquê de ter sido possível esse acordo, mesmo contra as tendências e expectativas.

Download PDF →DOI: 10.5281/zenodo.7447036
Journal article
EL ACUERDO SOBRE LA FRONTERA MARÍTIMA ENTRE LÍBANO E ISRAEL Y LA DINÁMICA ENERGÉTICA EN EL MEDITERRÁNEO ORIENTAL

Antunes, Allan

December 20, 2022

Con fecha 27 de octubre de 2022, Líbano e Israel llegaron a un entendimiento sobre sus disputadas fronteras marítimas. El acuerdo, mediado por Estados Unidos, ha sido calificado de "histórico" por la mayoría de los medios de comunicación por representar una iniciativa de diálogo económico entre dos países beligerantes sin necesidad de un acuerdo de paz previo. Tras la nueva división de la zona marítima en dos Zonas Económicas Exclusivas mutuamente acordadas, se han abierto nuevas oportunidades para la prospección de petróleo y gas natural en la región del Mediterráneo Oriental. Con ello, la Cuenca Levantina ha ganado notoriedad no sólo por el potencial de sus reservas, sino también por el momento geopolítico de escasez energética que atraviesa la mayoría de los Estados adyacentes. Debido a la fuerte inflación de la economía libanesa desde 2015, al conflicto ruso-ucraniano desde principios de 2022, a la inestabilidad política israelí desde 2017 y al reposicionamiento estratégico de Estados Unidos tras el resurgimiento de los talibanes en 2021, la cuestión energética se ha convertido en una prioridad para estos países que tratan de sobrevivir a una coyuntura mundial política y económicamente convulsa.   Pero pese al optimismo de los Estados y las compañías petroleras, el contexto internacional actual no parece favorecer un entendimiento del tipo libanés-israelí. En este sentido, el acuerdo aún presenta una serie de puntos débiles y lagunas institucionales que podrían acortar rápidamente su vigencia. Al mismo tiempo, contrariamente a los análisis reduccionistas que condenan a la región a ser un incesante foco de conflictos, el acuerdo ha permitido un cierto grado inesperado de satisfacción y acuerdo entre las autoridades israelíes y libanesas sobre cuestiones económicas de interés común. Por lo tanto, su naturaleza y perspectiva de futuro son aún inciertas y dependen de una multitud de variables de comportamiento aún desconocidas. Sin embargo, hay una coyuntura que explica por qué este acuerdo fue posible, incluso en contra de las tendencias y las expectativas.

Download PDF →DOI: 10.5281/zenodo.7447028
Journal article
THE MARITIME BORDER AGREEMENT BETWEEN LEBANON AND ISRAEL AND THE ENERGY DYNAMICS IN THE EASTERN MEDITERRANEAN

Antunes, Allan

December 20, 2022

On October 27th, 2022, Lebanon and Israel reached an understanding regarding their disputed maritime borders. The agreement, brokered by the United States of America, has been treated as "historic" by most media outlets because its initiative as an economic dialogue between two warring countries without the prior need for a peace settlement. The new division of the maritime area into two mutually agreed Exclusive Economic Zones unveiled new opportunities for oil and natural gas exploration in the Eastern Mediterranean region. Hence, the Levantine Basin gained notoriety not only for the potential of its reserves, but also due to the geopolitical moment of energy scarcity that most of the adjacent states are going through. Noting the sharp inflation of the Lebanese economy since 2015, the Russian-Ukrainian conflict since early 2022, the Israeli political instability since 2017, and the strategic repositioning of the United States after the resurgence of the Taliban in 2021, the energy issue has become a priority for these countries seeking to survive a politically and economically troubled global conjuncture.   Despite the optimism of states and oil companies, the current international context did not seem to favor an understanding along the lines of the Lebanese-Israeli one. For that matter, the agreement still has weaknesses and institutional loopholes that could rapidly shorten its validity. At the same time, despite the reductionist analyses that condemn the region to be a constant breeding ground for conflict, the agreement has enabled an equally unexpected degree of satisfaction and compliance between both Israeli and Lebanese authorities on economic issues of common interest. As such, its nature and prospects are still uncertain and dependent on a myriad of yet unknown behavioral variables. However, there is a conjuncture that explains why this agreement was possible, even against trends and anticipations.

Download PDF →DOI: 10.5281/zenodo.7446999
Journal article
AS MICRO PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS NA AGENDA DA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO COMÉRCIO: O QUE ESPERAR?

Almeida, João Pedro Santos de, Schimanski, Silvana

December 5, 2022

Em 2017 os membros da Organização Mundial do Comércio (OMC) aprovaram uma iniciativa conjunta para identificar obstáculos para a inserção de Micro, Pequenas e Médias empresas (MPMEs) nos fluxos do comércio internacional. O tema vem sendo discutido no âmbito de um Grupo Informal que, atualmente, conta com a adesão voluntária de 95 dos 164 membros da organização. O Grupo Informal vem produzindo recomendações em defesa de ferramentas mais concretas e eficazes em benefício dessas empresas em razão da sua crescente importância no contexto social e econômico global. Considerando o caráter brando de tal iniciativa no âmbito da organização, é possível considerar que as discussões e recomendações têm potencial para promoção de boas práticas institucionais, estimulando a adoção de distintos recortes nas políticas de apoio e promoção à internacionalização de negócios.

Download PDF →DOI: 10.5281/zenodo.7395886
Journal article
MICRO SMALL AND MEDIUM ENTERPRISES AT THE WORLD TRADE ORGANIZATION AGENDA : WHAT TO EXPECT?

Almeida, João Pedro Santos de, Schimanski, Silvana

December 5, 2022

In 2017, the World Trade Organization (WTO) members approved a joint initiative to identify obstacles to the insertion of Micro, Small and Medium Enterprises (MSMEs) in international trade flows. The issue has been discussed within the scope of an Informal Group that currently has the voluntary membership of 95 of the 164 members of the organization. The Informal Group has been circulated recommendations in defense of more concrete and effective tools to benefit these companies due to their growing importance in the global social and economic context. Considering the soft character of such an initiative within the scope of the organization, it is possible to consider that the discussions and recommendations have the potential to promote good practices, stimulating the adoption of different policies to support and promote the business internationalization.

Download PDF →DOI: 10.5281/zenodo.7395878
Journal article
A CRISE DOS MÍSSEIS (1962) E A GUERRA NA UCRÂNIA (2022): AMEAÇA NUCLEAR 60 ANOS DEPOIS

Ambinder, Carolina, Brustolin, Vitelio

November 5, 2022

Entre 16 e 28 de outubro de 1962, no auge da Guerra Fria, foram vivenciados “treze dias que abalaram o mundo”, a partir da descoberta estadunidense de mísseis balísticos soviéticos, munidos de ogivas nucleares, sendo instalados em Cuba. Esse episódio, conhecido como a “Crise dos Mísseis em Cuba”, foi o mais perto que a humanidade chegou de uma guerra nuclear nos últimos 60 anos. No entanto, a guerra na Ucrânia, cuja fase atual foi iniciada com a invasão russa no final de fevereiro deste ano, vem tendo sucessivas ameaças do uso de armas nucleares por parte da Rússia. Mais de meio século após a Crise dos Mísseis em Cuba, portanto, vive-se novamente uma ameaça nuclear, evidenciando discussões sobre a real efetividade do Direito Internacional e as lições que deixaram de ser aprendidas nos conflitos anteriores.

Download PDF →DOI: 10.5281/zenodo.7382364
Journal article
THE CUBAN MISSILE CRISIS (1962) AND THE WAR ON UKRAINE (2022): NUCLEAR THREAT 60 YEARS LATER

Ambinder, Carolina, Brustolin, Vitelio

November 5, 2022

Between October 16 and 28, 1962, at the height of the Cold War, "thirteen days shook the world" with the US discovery of Soviet ballistic missiles, armed with nuclear warheads, being installed in Cuba. This episode, known as the "Cuban Missile Crisis," was the closest that humanity has come to a nuclear war in the last 60 years. However, the war in Ukraine, in which the current phase began with the Russian invasion at the end of February this year, has presenting successive threats of the use of nuclear weapons by Russia. More than half a century after the Cuban Missile Crisis, therefore, we are again experiencing a nuclear threat, highlighting discussions about the real effectiveness of International Law and the lessons that were not learned from previous conflicts.

Download PDF →DOI: 10.5281/zenodo.7382349
Journal article
POLÍTICAS PÚBLICAS NA FRONTEIRA: UM OLHAR SOBRE OS COMITÊS DE FRONTEIRA BRASIL-URUGUAI

Schimanski, Silvana

November 20, 2022

A faixa de fronteira do Brasil - com 15.719km de fronteiras terrestres - é marcada por ampla diversidade política, econômica e cultural, o que dificulta o seu tratamento de maneira única. A fronteira Brasil - Uruguai é considerada uma das mais pacíficas do Brasil, tanto por sua construção diplomática quanto por suas raízes identitárias, também refletidas nos indicadores de segurança [1]. Nesse território, têm prevalecido mecanismos cooperativos para a solução de problemas transfronteiriços e aprofundamento das relações bilaterais. Considerando que o desenho de políticas públicas em países em desenvolvimento, em especial os da América Latina, enfrenta o desafio de promover modelos participativos, que impulsionem o desenvolvimento sustentável e promovam a inclusão social, discute- se a experiência dos Comitês de Fronteira. São espaços nos quais propostas para a formulação de políticas públicas são discutidas binacionalmente, com a participação de múltiplos atores, a partir das suas próprias vivências no território. Tal experiência de teve início nos anos 1990 e apesar dos desafios institucionais, conta com o interesse estatal para sua manutenção, reconhecendo suas contribuições e propostas tanto para o aprofundamento da integração bilateral, quanto para as discussões no âmbito Mercosul.

Download PDF →DOI: 10.5281/zenodo.7326642
Journal article
PUBLIC POLICIES AT THE BORDER: A LOOK AT THE BRAZIL-URUGUAY BORDER COMMITTEES

Schimanski, Silvana

November 20, 2022

Brazil's border strip - with 15,719km of land borders - is characterized by wide political, economic, and cultural diversity, which makes it difficult to treat it in a unique way. The Brazil-Uruguay border is considered one of the most peaceful in Brazil, both for its diplomatic construction and for its identity roots, also reflected in security indicators [1]. In this territory, cooperative mechanisms have prevailed for solving cross-border problems and deepening of bilateral relations. Considering that the design of public policies in developing countries, especially those in Latin America, faces the challenge of promoting participatory models that drive sustainable development and promote social inclusion, the experience of the Border Committees is discussed. These are spaces in which proposals for the formulation of public policies are discussed binationally, with the participation of multiple actors, based on their own experiences in the territory. This experience began in the 1990s and despite the institutional challenges, it has the state's interest in its maintenance, recognizing its contributions and proposals both for the deepening of bilateral integration and for wide discussions with the Mercosur partners.

Download PDF →DOI: 10.5281/zenodo.7326624
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